Uploaded April 2013 | Updated September 2026, 3 weeks ago
O desenho Speed Racer foi adaptado do manga "Mach Go Go Go" ("go" em japonês significa "cinco" e é também o nome do piloto) criado por Tatsuo Yoshida que narrava as aventuras de Go Mifune um destemido piloto de corrida e seu carro cheio de truques. O sucesso do mangá foi tão grande que Yoshida e seus irmãos compraram um estúdio de animação, batizado de Tatsunoko Studios.
Em 1967 os quadrinhos de "Mach Go Go Go" viraram uma série animada de 52 episódios pelos Tatsunoko Studios. Seu sucesso mediano no Japão chamou a atenção da Tran-Lux americana, que ainda no final de 1967 levou o desenho para os Estados Unidos onde virou um autêntico fenômeno e foi incorporado à cultura pop americana. Na terra do Tio Sam a animação passou por algumas adaptações para o público yankee.
Foi rebatizada de Speed Racer e todos os personagens ganharam novos nomes. O piloto Go Mifune, por exemplo, virou Speed Racer. Nos Estados Unidos o foco das histórias foi mudado do carro para o piloto.
No Brasil o desenho foi exibido pelas emissoras TV Tupi, TV Record, MTV, Cartoon Network e Boomerang. No início dos anos 90, uma série americana tentou dar continuidade à série original, com resultados frustrantes. Em 1997, comemorando os 30 anos de exibição original, o estúdio Tatsunoko criou uma nova série Mach Go Go Go, com uma nova versão para o Speed Racer, desta vez chamado de Goh Hibiki.
A dublagem original de Speed Racer se perdeu em incêndios da TV Record. Ela foi gravada pela Telecine do Rio de Janeiro. Speed Racer recebeu a voz do dublador Cleonir dos Santos. André Filho dublou o Corredor X e o mestre da dublagem Orlando Drummond foi responsável pela voz do personagem Pops Racer. Quando o desenho chegou ao Brasil um erro na dublagem original acabou tornando o carrão do jovem piloto Mach 5 (leia Mak Five na versão original) em Match 5 (leia Mechi Cinco) para os brasileiros. Três anos depois, quando o Cartoon Network colocou o corredor em sua programação, o desenho foi redublado na Sincrovideo do Rio. A nova versão está impecável quanto aos nomes e termos usados, se comparada com a primeira dublagem feita na Cinecastro.
O desenho Speed Racer foi adaptado do manga "Mach Go Go Go" ("go" em japonês significa "cinco" e é também o nome do piloto) criado por Tatsuo Yoshida que narrava as aventuras de Go Mifune um destemido piloto de corrida e seu carro cheio de truques. O sucesso do mangá foi tão grande que Yoshida e seus irmãos compraram um estúdio de animação, batizado de Tatsunoko Studios.
Em 1967 os quadrinhos de "Mach Go Go Go" viraram uma série animada de 52 episódios pelos Tatsunoko Studios. Seu sucesso mediano no Japão chamou a atenção da Tran-Lux americana, que ainda no final de 1967 levou o desenho para os Estados Unidos onde virou um autêntico fenômeno e foi incorporado à cultura pop americana. Na terra do Tio Sam a animação passou por algumas adaptações para o público yankee.
Foi rebatizada de Speed Racer e todos os personagens ganharam novos nomes. O piloto Go Mifune, por exemplo, virou Speed Racer. Nos Estados Unidos o foco das histórias foi mudado do carro para o piloto.
No Brasil o desenho foi exibido pelas emissoras TV Tupi, TV Record, MTV, Cartoon Network e Boomerang. No início dos anos 90, uma série americana tentou dar continuidade à série original, com resultados frustrantes. Em 1997, comemorando os 30 anos de exibição original, o estúdio Tatsunoko criou uma nova série Mach Go Go Go, com uma nova versão para o Speed Racer, desta vez chamado de Goh Hibiki.
A dublagem original de Speed Racer se perdeu em incêndios da TV Record. Ela foi gravada pela Telecine do Rio de Janeiro. Speed Racer recebeu a voz do dublador Cleonir dos Santos. André Filho dublou o Corredor X e o mestre da dublagem Orlando Drummond foi responsável pela voz do personagem Pops Racer. Quando o desenho chegou ao Brasil um erro na dublagem original acabou tornando o carrão do jovem piloto Mach 5 (leia Mak Five na versão original) em Match 5 (leia Mechi Cinco) para os brasileiros. Três anos depois, quando o Cartoon Network colocou o corredor em sua programação, o desenho foi redublado na Sincrovideo do Rio. A nova versão está impecável quanto aos nomes e termos usados, se comparada com a primeira dublagem feita na Cinecastro.










