Uploaded July 2013 | Updated September 2026, 1 week ago
O desenho do Namor lançado em 1966 era mais uma animação dos estúdios Grantray-Lawrence Animation para o programa Clube da Marvel Shell ("Marvel Super Heroes Show") que contou apenas com 13 episódios.
Era bem simples e barata. Resumia-se em adaptar histórias já escritas para os quadrinhos, retratadas em uma animação congelada dos personagens, dos quais só se moviam os lábios e os olhos. Sem mencionar o fato de que várias cenas eram reutilizadas inúmeras vezes. Os personagens eram literalmente retirados dos quadrinhos, através do processo de xilografia, que transfere a imagem dos quadrinhos diretamente para a celulóide (alguém se lembra dos transfers dos anos 70 e 80 que vinham de brinde nas gomas de mascar?).
A produção ficou a cargo de Steve Krantz e Bob Lawrence, da Grantra Lawrence/Krantz Films, associados a Stan Lee que trabalhou na reutilização das histórias em quadrinhos desses heróis para telinha. A reutilização das ilustrações só não ocorreram no caso do Namor, pois suas histórias em quadrinhos ainda não tinham material suficiente para ilustrar um desenho animado. Com isso, uma equipe de desenhistas e argumentistas foi convocada, entre eles Doug Wildey e Alex Toth.
O desenho estreou no Brasil em 1967 juntamente com as revistas em quadrinhos da Editora EBAL, como estratégia de uma grande campanha publicitária da companhia Shell, que distribuía exemplares das revistas gratuitamente nos postos de gasolina.
A abertura do desenho do Namor no Brasil, era exclusiva. Os desenhos, por aqui tiveram 3 dublagens, sendo a primeira a mais cultuada, pois tinha as músicas de abertura dubladas pelo grupo MPB4.
Quando os Heróis Marvel retornaram à TV, em 1975 (Tupi), a abertura brasileira não entrava mais no ar, pois havia se perdido nos arquivos. Assim, Namor passou a ir ao ar com a abertura original em inglês. Em compensação, em 1982, na redublagem, outra letra para a abertura do herói foi composta.
Mesmo com essa quase-animação os desenhos fizeram bastante sucesso no Brasil, com os episódios exibidos também em dois programas muito conhecidos no passado, o programa do Clube do Capitão Aza e o Pullman Júnior.
O desenho do Namor lançado em 1966 era mais uma animação dos estúdios Grantray-Lawrence Animation para o programa Clube da Marvel Shell ("Marvel Super Heroes Show") que contou apenas com 13 episódios.
Era bem simples e barata. Resumia-se em adaptar histórias já escritas para os quadrinhos, retratadas em uma animação congelada dos personagens, dos quais só se moviam os lábios e os olhos. Sem mencionar o fato de que várias cenas eram reutilizadas inúmeras vezes. Os personagens eram literalmente retirados dos quadrinhos, através do processo de xilografia, que transfere a imagem dos quadrinhos diretamente para a celulóide (alguém se lembra dos transfers dos anos 70 e 80 que vinham de brinde nas gomas de mascar?).
A produção ficou a cargo de Steve Krantz e Bob Lawrence, da Grantra Lawrence/Krantz Films, associados a Stan Lee que trabalhou na reutilização das histórias em quadrinhos desses heróis para telinha. A reutilização das ilustrações só não ocorreram no caso do Namor, pois suas histórias em quadrinhos ainda não tinham material suficiente para ilustrar um desenho animado. Com isso, uma equipe de desenhistas e argumentistas foi convocada, entre eles Doug Wildey e Alex Toth.
O desenho estreou no Brasil em 1967 juntamente com as revistas em quadrinhos da Editora EBAL, como estratégia de uma grande campanha publicitária da companhia Shell, que distribuía exemplares das revistas gratuitamente nos postos de gasolina.
A abertura do desenho do Namor no Brasil, era exclusiva. Os desenhos, por aqui tiveram 3 dublagens, sendo a primeira a mais cultuada, pois tinha as músicas de abertura dubladas pelo grupo MPB4.
Quando os Heróis Marvel retornaram à TV, em 1975 (Tupi), a abertura brasileira não entrava mais no ar, pois havia se perdido nos arquivos. Assim, Namor passou a ir ao ar com a abertura original em inglês. Em compensação, em 1982, na redublagem, outra letra para a abertura do herói foi composta.
Mesmo com essa quase-animação os desenhos fizeram bastante sucesso no Brasil, com os episódios exibidos também em dois programas muito conhecidos no passado, o programa do Clube do Capitão Aza e o Pullman Júnior.










