Uploaded October 2024 | Updated September 2026, 3 weeks ago
O Grupo Editorial Record, em parceria com a Árvore, convida você para o III Ciclo Record Educacional, um evento online e gratuito que acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro, sempre às 19h.
Durante dois dias, grandes nomes da literatura brasileira se reunirão para discutir a obra da renomada poetisa Adélia Prado e as novidades da literatura infantil, com destaque para o livro "O cavaleiro da lua", de Luiz Antonio Simas.
Programação:
• 23 de outubro, 19h:
o Dos bastidores à sala de aula: a criação de "O cavaleiro da lua": Um bate-papo imperdível com o autor Luiz Antonio Simas, o ilustrador Camilo Martins e a editora Luiza Miranda, que revelarão os bastidores da criação do livro.
o A importância da literatura infantil: Um educador da Árvore (nome a ser confirmado) discutirá as possibilidades pedagógicas do livro "O cavaleiro da lua".
O Grupo Editorial Record, em parceria com a Árvore, convida você para o III Ciclo Record Educacional, um evento online e gratuito que acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro, sempre às 19h.
Durante dois dias, grandes nomes da literatura brasileira se reunirão para discutir a obra da renomada poetisa Adélia Prado e as novidades da literatura infantil, com destaque para o livro "O cavaleiro da lua", de Luiz Antonio Simas.
Programação:
• 23 de outubro, 19h:
o Dos bastidores à sala de aula: a criação de "O cavaleiro da lua": Um bate-papo imperdível com o autor Luiz Antonio Simas, o ilustrador Camilo Martins e a editora Luiza Miranda, que revelarão os bastidores da criação do livro.
o A importância da literatura infantil: Um educador da Árvore (nome a ser confirmado) discutirá as possibilidades pedagógicas do livro "O cavaleiro da lua".

![Lanternas ao nirvana | Felipe Franco Munhoz, Carol Rodrigues e André Mehmari
07/06/2022 | Sesc Avenida Paulista
Lanternas ao nirvana
Felipe Franco Munhoz, texto e voz
Carol Rodrigues, voz
André Mehmari, sintetizadores e voz
KVPA, realização audiovisual
Leandro Simões Wanderley, técnico de som
Tendo o mundo pandêmico como palco, Lanternas ao nirvana é um livro de vanguarda, que combina narrativa, poesia e texto dramático.
A estreia de Felipe Franco Munhoz, com o livro Mentiras (2016), recebeu comentários, por exemplo, do escritor Raimundo Carrero – “Grande, belo e corajoso livro. Lições de diálogo” – e do poeta e tradutor Paulo Henriques Britto – “Belo trabalho de metaficção”.
A respeito do livro seguinte de Franco Munhoz, Identidades (2018), Caetano Veloso se disse “fascinado”: “Um livro assim pequeno, pensei que fosse ser lido de uma sentada. Mas é poesia – e poesia não é curta se o livro é curto. Nunca encontrei nada parecido dentre as coisas que pessoas jovens me dão para olhar. [...] Mesmo as rubricas de indicação de cena são poesia. [...] Identidades tem um lugar único na literatura brasileira contemporânea.”
Em 2022, Franco Munhoz transforma, novamente, páginas em palcos – ou palcos em páginas? – para forjar e encenar Lanternas ao nirvana. Entrelaçando poesia e dramaturgia, o autor segue investigando luzes e sombras: incididas tanto nas minúcias do ser humano quanto na expansão da linguagem.
O palco do livro é o mundo pandêmico entre março de 2020 e janeiro de 2021. Cada texto acompanha uma data: indicando o dia exato do início de escrita do texto em questão. O poema “Segundo andar: defronte, estou” abre o livro com certa inocência, com um olhar ingênuo que busca pequenas coisas, detalhes no confinamento; olhar que, de certo modo, não era capaz de compreender a dimensão do futuro próximo.
Ao mesmo tempo que se descortinam, de certo modo, arcos narrativos, e em que aparecem estribilhos e personagens ficcionais, Lanternas ao nirvana também escancara bastidores criativos: elaborados no isolamento social radical de seu autor (isolamento de 312 dias completos, durante a pandemia da Covid-19), cada trecho do livro apresenta a data em que começou a ser escrito – lançando ao leitor a pergunta: houve transformações no estilo e nas ideias influenciadas pelo tempo e pelo próprio confinamento?
Lanternas ao nirvana é um livro fragmentado: cada fragmento se revela tanto peça do quebra-cabeça quanto corpo independente. É possível que seja o mesmo abismo já visitado pelo autor, mas talvez a queda, agora, seja um pouco mais breve e, paradoxalmente, um pouco mais profunda.
“‘Parêntesis’ [parte de Lanternas ao nirvana] é estupendo. Tão vívido e visual. Lê-se feito um filme na mente.” - Liz Calder
“Diálogo na caverna da quarentena ao som de Miles Davis, ‘Parêntesis’ é escarpado – com a opacidade característica dos textos de Felipe Franco Munhoz, que sempre nos deixam atordoados.” - Manuel da Costa Pinto
“Lê-se à maneira de Deception, de Philip Roth: com a diferença de que é sobre amor verdadeiro; e as referências intertextuais com Miles Davis e Platão fazem com que a leitura seja uma espécie de caça ao tesouro. Tão poético quanto filosófico, ‘Parêntesis’ poderia ser lido, também, como um longo poema bem-sucedido.” - Aimee Pozorski
“‘Até que a noite’ [parte de Lanternas ao nirvana] não é só um lindo poema, é uma profecia arrepiante.” - José Castello
Sobre o Grupo Editorial Record:
Ao longo da trajetória de 80 anos, o Grupo Editorial Record, de capital 100% nacional, reuniu um dos maiores catálogos editoriais entre os países da América Latina e da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Conta ao todo com onze selos, que reforçam seu compromisso com a bibliodiversidade e com o debate de ideias. Lanternas ao nirvana | Felipe Franco Munhoz, Carol Rodrigues e André Mehmari](https://i.ytimg.com/vi/xVdaZt0C0PI/mqdefault.jpg)






