Uploaded March 2025 | Updated September 2026, 16 hours ago
Tentei resolver mas dificultou
Tornou-se impossível porque já se passou
Eu disse a toda a gente que este dia nunca nunca viria
Mas meramente não se confirmou
Contava a toda a gente que nem estrias nem borbulhas havia
Na pele em que esta ferida se instalou
A mão que fica sem polegar não se agarra
Fica impossível de agarrar seja o que for
E em todo o seu esplendor
Chega insuflada, pelo céu traz a chuvada
Ninguém escapa à sombra escura desta nuvem
Nuvem negra
Nuvem carregada
Emancipada, aparecida p’la calada
Nuvem negra, mãe desta chuvada
Nascida a meio do Verão
Resta saber o que acontece agora
Qual dos nossos sonhos vai ficar de fora?
Foi posto um prato à mesa a mais, e mais comida fervia
Onde eras tu ninguém se vem sentar
E é com toda a franqueza que, até ver chegar a clara do dia
O plano é só sorrir e acenar
A mão que fica sem polegar não se agarra
Fica impossível de agarrar seja o que for
E com todo o seu vigor
Fica prostrada até bater esta pancada
Ninguém escapa à sombra escura desta nuvem
Nuvem negra
Nuvem carregada
Emancipada, aparecida p’la calada
Nuvem negra, mãe desta chuvada
Que ao ir embora quase que levavas outro irmão
É p'ra melhor se mal aqui tu estavas
Não há melhor razão p’ra querer partir
Vais à procura do que mais amavas
Mas ficas perto, não nos vamos despedir
É p'ra melhor se mal aqui tu estavas
Não há melhor razão p’ra querer partir
Vais à procura do que mais amavas
Mas ficas perto, não nos vamos despedir
É p'ra melhor se mal aqui tu estavas
Não há melhor razão p’ra querer partir
Vais à procura do que mais amavas
Mas fica esperto, não nos vamos despedir
Tentei resolver mas dificultou
Tornou-se impossível porque já se passou
Eu disse a toda a gente que este dia nunca nunca viria
Mas meramente não se confirmou
Contava a toda a gente que nem estrias nem borbulhas havia
Na pele em que esta ferida se instalou
A mão que fica sem polegar não se agarra
Fica impossível de agarrar seja o que for
E em todo o seu esplendor
Chega insuflada, pelo céu traz a chuvada
Ninguém escapa à sombra escura desta nuvem
Nuvem negra
Nuvem carregada
Emancipada, aparecida p’la calada
Nuvem negra, mãe desta chuvada
Nascida a meio do Verão
Resta saber o que acontece agora
Qual dos nossos sonhos vai ficar de fora?
Foi posto um prato à mesa a mais, e mais comida fervia
Onde eras tu ninguém se vem sentar
E é com toda a franqueza que, até ver chegar a clara do dia
O plano é só sorrir e acenar
A mão que fica sem polegar não se agarra
Fica impossível de agarrar seja o que for
E com todo o seu vigor
Fica prostrada até bater esta pancada
Ninguém escapa à sombra escura desta nuvem
Nuvem negra
Nuvem carregada
Emancipada, aparecida p’la calada
Nuvem negra, mãe desta chuvada
Que ao ir embora quase que levavas outro irmão
É p'ra melhor se mal aqui tu estavas
Não há melhor razão p’ra querer partir
Vais à procura do que mais amavas
Mas ficas perto, não nos vamos despedir
É p'ra melhor se mal aqui tu estavas
Não há melhor razão p’ra querer partir
Vais à procura do que mais amavas
Mas ficas perto, não nos vamos despedir
É p'ra melhor se mal aqui tu estavas
Não há melhor razão p’ra querer partir
Vais à procura do que mais amavas
Mas fica esperto, não nos vamos despedir


![🚨 Yuval Noah Harari on AI, bitcoin, fake news, social media, politics, religion and future
Interviewed by Ana Daniela Soares for RTP, portuguese public tv station.
Issued on November 29, 2024.
A propósito do lançamento em Portugal de Nexus - História breve das Redes de Informação da Idade da Pedra à inteligência artificial, o autor israelita Yuval Noah Harari conversa com Ana Daniela Soares no programa Todas as Palavras [Ep. 43 da temporada 9, emissão a 29 Nov. 2024]. 🚨 Yuval Noah Harari on AI, bitcoin, fake news, social media, politics, religion and future](https://i.ytimg.com/vi/eHc0Imgn6QU/mqdefault.jpg)







