Uploaded September 2026 | Updated September 2026, 2 weeks ago
No Manhã Brasil desta terça (1), os destaques são:
1. O dono do Banco BTG, André Esteves, reuniu-se com Donald Trump no último sábado em Washington, antes do jantar da noite desta segunda-feira com Lula. Os pratos servidos no encontro de 45 minutos com Trump: possíveis negócios de interesse do banqueiro na Venezuela, agora um protetorado estadunidense, e as eleições brasileiras. Começa a se tornar uma tradição que empresários, em vez do Itamaraty, cuidem das relações do Brasil com o governo Trump. Antes de Esteves, o banqueiro da preferência de Haddad, Joesley Batista, da J&F, controladora da JBS, já vinha exercendo esse papel de interlocutor com Trump, com quem tem relações de parceria e financiamento. Joesley atua também como embaixador plenipotenciário do governo Trump. Em novembro passado, esteve na Venezuela para advertir Maduro para que se rendesse aos EUA. Foi o último aviso do governo Trump antes do sequestro. A lista de participantes do jantar no Alvorada é eloquente: 18 convidados, sendo a maior representação a dos banqueiros, 5, sendo 3 da Febraban e 2 da Faria Lima. Há até a presença estrambótica de José Auriemo Neto, dono da JHSF, empresa líder no setor imobiliário de alta renda no Brasil. A lista completa dos participantes você verá no Manhã Brasil.
2. A Procuradoria Geral da República, a PGR, enviou aos Estados Unidos um procurador para participar de um evento do governo Trump sob o título “Combate ao Irã e seus Representantes nas Américas". Isso mesmo. O Brasil agora atua contra o Irã em aliança com os EUA e governos de extrema direita na região. A PGR é uma espécie de Banco Central. Formalmente independente do governo, mas assim como no caso do BC, quem nomeia seu chefe é o presidente da República. Foi Lula quem nomeou Paulo Gonet à PGR, em combinação com Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Se a PGR envia um procurador aos EUA para conspirar contra o Irã, há uma responsabilidade política direta do governo Lula.
3. O ministro do STF Dias Toffoli, exercendo a função de ministro do TSE, determinou no domingo a suspensão da propaganda eleitoral digital de Renan Santos em seus perfis. Além disso, suspendeu a participação do candidato em debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, bem como os repasses de recursos do fundo de campanha à chapa. A decisão de Toffoli deveu-se ao fato de a campanha de Renan ter informado ao TSE 12 dias depois do pedido de registro de candidatura dele, apresentado em 7 de agosto, os 16 perfis de sua campanha. A medida causou estranheza no TSE pela dureza da decisão. Você saberá detalhes dessa história enrolada no Manhã Brasil, a partir das 7h.
4. Uma reportagem especial sobre a campanha sionista de defesa do agente provocador nazista da UFRJ e com a principal vítima da campanha, o estudante de direito Deivid Lima,
Pessoas convidadas
João Carvalho, historiador, professor e criador do canal Assim Disse João
Hamilton Assis, professor da rede municipal de Salvador, vereador pelo PSOL na cidade, candidato a deputado federal, integrante da bancada da esquerda radical
Deivid Lima, estudante de Direito da UFRJ, atacado pelo nazista que estuda na Universidade
No Manhã Brasil desta terça (1), os destaques são:
1. O dono do Banco BTG, André Esteves, reuniu-se com Donald Trump no último sábado em Washington, antes do jantar da noite desta segunda-feira com Lula. Os pratos servidos no encontro de 45 minutos com Trump: possíveis negócios de interesse do banqueiro na Venezuela, agora um protetorado estadunidense, e as eleições brasileiras. Começa a se tornar uma tradição que empresários, em vez do Itamaraty, cuidem das relações do Brasil com o governo Trump. Antes de Esteves, o banqueiro da preferência de Haddad, Joesley Batista, da J&F, controladora da JBS, já vinha exercendo esse papel de interlocutor com Trump, com quem tem relações de parceria e financiamento. Joesley atua também como embaixador plenipotenciário do governo Trump. Em novembro passado, esteve na Venezuela para advertir Maduro para que se rendesse aos EUA. Foi o último aviso do governo Trump antes do sequestro. A lista de participantes do jantar no Alvorada é eloquente: 18 convidados, sendo a maior representação a dos banqueiros, 5, sendo 3 da Febraban e 2 da Faria Lima. Há até a presença estrambótica de José Auriemo Neto, dono da JHSF, empresa líder no setor imobiliário de alta renda no Brasil. A lista completa dos participantes você verá no Manhã Brasil.
2. A Procuradoria Geral da República, a PGR, enviou aos Estados Unidos um procurador para participar de um evento do governo Trump sob o título “Combate ao Irã e seus Representantes nas Américas". Isso mesmo. O Brasil agora atua contra o Irã em aliança com os EUA e governos de extrema direita na região. A PGR é uma espécie de Banco Central. Formalmente independente do governo, mas assim como no caso do BC, quem nomeia seu chefe é o presidente da República. Foi Lula quem nomeou Paulo Gonet à PGR, em combinação com Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Se a PGR envia um procurador aos EUA para conspirar contra o Irã, há uma responsabilidade política direta do governo Lula.
3. O ministro do STF Dias Toffoli, exercendo a função de ministro do TSE, determinou no domingo a suspensão da propaganda eleitoral digital de Renan Santos em seus perfis. Além disso, suspendeu a participação do candidato em debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, bem como os repasses de recursos do fundo de campanha à chapa. A decisão de Toffoli deveu-se ao fato de a campanha de Renan ter informado ao TSE 12 dias depois do pedido de registro de candidatura dele, apresentado em 7 de agosto, os 16 perfis de sua campanha. A medida causou estranheza no TSE pela dureza da decisão. Você saberá detalhes dessa história enrolada no Manhã Brasil, a partir das 7h.
4. Uma reportagem especial sobre a campanha sionista de defesa do agente provocador nazista da UFRJ e com a principal vítima da campanha, o estudante de direito Deivid Lima,
Pessoas convidadas
João Carvalho, historiador, professor e criador do canal Assim Disse João
Hamilton Assis, professor da rede municipal de Salvador, vereador pelo PSOL na cidade, candidato a deputado federal, integrante da bancada da esquerda radical
Deivid Lima, estudante de Direito da UFRJ, atacado pelo nazista que estuda na Universidade










