A coleção a caminho de Lisboa @FCGulbenkian
A coleção a caminho de Lisboa  @FCGulbenkian
Uploaded August 2026 | Updated September 2026, 6 hours ago
Quando Calouste Gulbenkian morre em 1955, a sua coleção não está reunida num único lugar: está dispersa por Paris, Londres e Washington. Um ano depois, nasce em Lisboa uma fundação com o seu nome — mas o testamento nada diz sobre o destino das obras.


Porquê Lisboa? E o que ditou o longo caminho que a coleção percorreria até ficar «sob o mesmo teto»?


Neste primeiro episódio, «A Coleção a Caminho de Lisboa», o historiador de arte João Carvalho Dias e Vera Mariz, conservadora do Museu Calouste Gulbenkian, seguem o rasto dos testamentos, das negociações diplomáticas e dos 1200 caixotes que trouxeram a coleção para Portugal.


«Sob o Mesmo Teto» acompanha a série de livros de Vera Mariz sobre a formação da coleção e o nascimento do museu. O primeiro volume já está disponível: https://gulbenkian.pt/museu/publications/a-criacao-do-museu-gulbenkian/






(00:00) Apresentação: o podcast e o primeiro episódio


(01:26) Porquê Lisboa? Os últimos anos de Calouste Gulbenkian


(02:48) O que dizem os testamentos, de 1916 a 1953


(06:31) Uma omissão decisiva: Azeredo Perdigão e Cyril Radcliffe


(07:55) Negociar a saída de Paris: a Fundação Gulbenkian e governos de Portugal e França


(12:00) As 55 obras a reter


(14:43) A resistência francesa e a fragilidade da lei


(16:29) A saída das primeiras 12 obras


(19:39) A operação


(24:08) Diana de Houdon, a última obra a sair


(28:27) Contrapartidas da saída


(30:01) Washington e Londres: os outros pontos de partida


(36:25) No próximo episódio: o museu antes de ser museu
A coleção a caminho de LisboaDvořák: Sinfonia n.º 9 (Do Novo Mundo) – Orquestra Gulbenkian, Gábor KáliHoward Carter e o túmulo de Tuntankhamon | Um Ponto na HistóriaLive: Gulbenkian Foundation 70th Anniversary Commemorative ConcertEgito: a longínqua terra próximaA Bíblia Sagrada: a outra versão, de Eva GasparLive: Elgars Violin Concerto – Gulbenkian Orchestra / Hannu Lintu  / Nikita Boriso-GlebskyO artista Carlos Bunga e o curador Rui Mateus Amaral exploram as dimensões da obra “Bosque” (2025).Faca amolada, #PaulaRego e #AdrianaVarejão, pela curadora Helena Freitas #art #arthistory
Fundação Calouste Gulbenkian |

A coleção a caminho de Lisboa

SHARE TO X SHARE TO REDDIT SHARE TO FACEBOOK WALLPAPER