Geodésica Cultural Itinerante"Assombrações da Ilha" foi uma vídeo animação experimental realizada colaborativamente em 2008 com a temática abordada pelo artista e pesquisador Franklin Cascaes. Cada participante escolheu um personagem presente nas gravuras de Cascaes e animou utilizando diferentes recursos e técnicas de animação. Em um segundo momento as animações foram projetadas em movimento pelo centro urbano da cidade de Florianópolis em um percurso onde os locais apresentados enfatizam a preocupação com o meio ambiente. Para a finalização da edição a trilha sonora foi produzida simultaneamente a projeção ao vivo do resultado em uma Tocata Visual Aberta (soundcloud.com/tocata-visual-aberta)
Foi realizada por: Aires da Fé, Ruth Steyer, Francisco Sedrez Warming, Francis Pedemonte, Bruno Ropelato, Leonardo Lima, Lucas Kinceler, João Calligaris Neto, José Luiz Kinceler, Helton Matias, Wilton Pedroso, William Silveira, Tiaraju Verdi, André Ventura, Marcelo Wasen, Rafael Carmolinga, Maximilian Tommasi e Filippi DeLuca.
Assombrações da Ilha LAAVAGeodésica Cultural Itinerante2013-07-01 | "Assombrações da Ilha" foi uma vídeo animação experimental realizada colaborativamente em 2008 com a temática abordada pelo artista e pesquisador Franklin Cascaes. Cada participante escolheu um personagem presente nas gravuras de Cascaes e animou utilizando diferentes recursos e técnicas de animação. Em um segundo momento as animações foram projetadas em movimento pelo centro urbano da cidade de Florianópolis em um percurso onde os locais apresentados enfatizam a preocupação com o meio ambiente. Para a finalização da edição a trilha sonora foi produzida simultaneamente a projeção ao vivo do resultado em uma Tocata Visual Aberta (soundcloud.com/tocata-visual-aberta)
Foi realizada por: Aires da Fé, Ruth Steyer, Francisco Sedrez Warming, Francis Pedemonte, Bruno Ropelato, Leonardo Lima, Lucas Kinceler, João Calligaris Neto, José Luiz Kinceler, Helton Matias, Wilton Pedroso, William Silveira, Tiaraju Verdi, André Ventura, Marcelo Wasen, Rafael Carmolinga, Maximilian Tommasi e Filippi DeLuca.FIK 2020. OFICINA DE REVITALIZAÇÃO DAS HORTAS VERTICAIS DE J.KINCELER NO CEART - VIDEO TV VENTO SULGeodésica Cultural Itinerante2020-12-21 | “Oficina de Revitalização das Hortas Verticais de J.Kinceler no CEART/UDESC” durante o FIK 2020 - Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler.
Esta 2a Edição do Festival trouxe mais de 5 mil pessoas para frequentar as mais de 150 atividades culturais gratuitas a comunidade em geral.
A oficina ocorreu em formato de mutirão coletivo e se propôs a apresentar a pesquisa desenvolvida pelo professor e artista José Luiz Kinceler e o Coletivo Geodésica Cultural Itinerante entre 2006 e 2015, com a proposta de revitalizar as hortas verticais em ferro-cimento e pneu, ferro-cimento, madeira e pneu, presentes no entorno do espaço da Geodésica no CEART.
@coletivogeodesica @tvventosulDEPOIMENTO PROF.DR. LUIZ SERGIO UFF.RJ - SOBRE COLETIVO GEODÉSICA CULTURALGeodésica Cultural Itinerante2020-11-29 | Depoimento de Luiz Sérgio de Oliveira. Artista e professor titular do PPG em Estudos Contemporâneos das Artes/ Universidade Federal Fluminense, NiteróiDEPOIMENTO CAROL REVOLUÇÃO DOS BALDINHOS FIK 2018Geodésica Cultural Itinerante2020-11-29 | CAROL RELATA SOBRE PROF. ZE KINCELER E COLETIVO GEODÉSICA CULTURAL EM PARCERIA COM A REVOLUÇÃO DOS BALDINHOSDEPOIMENTO CINTIA CRUZ. PRESIDENTE ASSOC. REVOLUÇÃO DOS BALDINHOSGeodésica Cultural Itinerante2020-11-29 | Querida Cintia relata algumas vivencias junto ao Projeto de Extensão Coletivo Geodésica Cultural e a Revolução dos Baldinhos, coordenado pelo Prof.Dr. José Luiz Kinceler entre 2012 e 2013
Cintia é atual presidente do Projeto de Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos na Comunidade Chico Mendes - Monte Cristo/ Florianópolis/SCDEPOIMENTO PROFA. SOCIOLOGIA ELAINE SILVAGeodésica Cultural Itinerante2020-11-29 | Elaine narra a visita com seus alunos a exposição "Em Descontinuidade: Zé Kinceler e Coletivo Geodésica" proposta pelo Coletivo Geodésica Cultural Itinerante que durou 3 meses dentro 5ª edição do projeto Claraboia do Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), durante a Mostra Desterro Desaterro: Arte Contemporânea em Santa Catarina - MASC 70 anos. 2018 Florianópolis/SCDEPOIMENTO ARNALDO PRUDÊNCIO - RÁDIO COMUNITÁRIA CAMPECHE SOBRE COLETIVO GEODÉSICA CULTURALGeodésica Cultural Itinerante2020-11-29 | ...DEPOIMENTO MARTHA LIMA SOBRE COLETIVO GEODÉSICA CULTURALGeodésica Cultural Itinerante2020-11-29 | ...TOCATA: EXPERIENCIAS MUSICAIS COMPARTILHADASGeodésica Cultural Itinerante2020-11-17 | Texto de Raphael Duarte (Serafim): "A Tocata é um encontro informal de improvisação musical coletiva que (até o início da quarentena em março de 2020) é realizado desde o início dos anos 1990, todo sábado à noite na casa do músico, artista visual e contador de estórias chileno Polo Cabrera (e que estamos ansiosos para que retorne em breve). Polo é o anfitrião e também o "guia", por assim dizer, dessa espécie de improviso que tem um viés bem diferente de outros tipos de eventos do mundo da música com os quais nós estamos mais acostumados, como shows e mesmo jam sessions.
Primeiro, a Tocata propõe que todas as pessoas presentes no evento façam parte da criação musical, e por isso não há um "público" separado dos improvisadores, e nem há necessidade de "apresentar" algo a alguém. Segundo, todos podem participar independentemente de estilo musical e mesmo de nível técnico (contanto que improvisem, e não toquem composições ou canções que já existem), o que quer dizer que na Tocata se misturam no mesmo improviso músicos profissionais, amadores, iniciantes e pessoas de outras áreas que não tem tanta intimidade com a música. Terceiro, o grupo é aberto, podendo mudar os integrantes a cada novo evento, e não existem fórmulas, ensaios ou qualquer outro tipo de preparação que diminua o risco inerente a esse tipo de improviso tão livre - todas as dúvidas e questões que assombram os iniciantes na Tocata são respondidas e trabalhadas não pela fala, mas pela linguagem da música improvisada e somente na hora do improviso.
Por tudo isso, o nível de liberdade da Tocata é tão alto que às vezes ela pode gerar um grande caos, confusão, falta de entendimento. Mas ela também permite que os participantes criem ordem, harmonia e beleza espontaneamente, e quase que "sem querer", como se a música tivesse vontade própria, e soubesse para onde quer ir, e quais desvios tomar. Polo Cabrera explica que o objetivo maior da Tocata não é, de fato, criar uma "música bonita", sem falhas, que pudesse ser gravada em um disco, por exemplo. O propósito profundo desse encontro é que as pessoas aprendam a se "soltar", a entrar em fluxo, a se sincronizar com o grupo, a não ter medo do erro e da música, que aprendam a usar a improvisação como um "veículo" da consciência humana. Quando as coisas vão bem, essa atitude libertadora permite às pessoas chegarem no êxtase musical, estado de extremo prazer onde a música parece fluir espontaneamente sem precisar ser controlada, como se estivéssemos "canalizando" melodias vindas de um outro plano de existência. A inspiração da Tocata, segundo Polo, vem das raízes do mais arcaico xamanismo ameríndio, andino e global, onde a música sempre serviu de meio para atingir estados expandidos de consciência, e para se conectar com o grupo e com o universo.
Conheci Polo Cabrera e a Tocata em 2013, e fiquei fascinado, porque sempre improvisei e senti a energia do improviso assumir a música diante de mim, um estado muito especial para o qual eu sempre queria voltar. Mas na Tocata encontrei todo um grupo de pessoas que fazia isso juntos e há muitos anos - e esse encontro alterou a minha trajetória musical. Tanto que fiz dela o tema do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na faculdade de música da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina) em 2016.
Foi em função desse trabalho que o mini-doc que vocês estão assistindo foi concebido e filmado, projeto que fiz em colaboração com os artistas e "tocateiros" Leonardo Lima e Lucas Kinceler. Leonardo e Lucas fazem parte do coletivo Geodésica Cultural Itinerante, que também realizava suas próprias Tocatas (inspiradas na Tocata da casa do Polo) no campus da UDESC. Em 2015, novamente em função do meu TCC, propus a eles que retomassem a realização das Tocatas na UDESC, o que aconteceu, e durou até meados de 2019, impactando muitos calouros com um novo conceito de música. Desse movimento universitário é que vêm as cenas na segunda parte do mini-doc.HORTA, PNEU & BALDINHOGeodésica Cultural Itinerante2013-06-19 | “Coletivo Geodésica Cultural Itinerante e a Revolução dos Baldinhos”
O projeto “Coletivo Geodésica Cultural Itinerante e a Revolução dos Baldinhos” foi uma proposta de arte pública colaborativa que ocorreu entre 2012 e 2013 no bairro Chico Mendes em Florianópolis e envolveu membros do Coletivo Geodésica Cultural Itinerante formado por estudantes, artistas e professores do CEART/UDESC (coordenado pelo Prof.Dr. José Luiz Kinceler In memorian), mulheres agentes do Projeto Revolução dos Baldinhos, alguns integrantes da ong CEPAGRO (Centro de Estudos e promoção da agricultura de Grupo), crianças e moradores locais. A Revolução dos Baldinhos é um projeto de agricultura urbana que em parceria com a CEPAGRO e moradores transformam os resíduos orgânicos da comunidade em adubo desde 2008. Para complementar a proposta da “Revolução”, de promover a agricultura urbana em sua própria comunidade, realizou-se uma parceria entre os dois grupos a partir da construção de hortas verticais com pneus reutilizados. As hortas verticais serviram como dispositivo relacional estimulando a troca de saberes para a materialização de desejos coletivos. Foram utilizadas táticas para ativar o processo criativo colaborativo baseadas no princípio da descontinuidade, experiência, convivência e afeto. Um processo criativo que envolveu o cruzamento entre referentes de outros campos de saber e proporcionou diversas ações como cortejos de instalação das hortas, projeção de vídeo, oficinas de cerâmica, sementeiras em argila para produção de mudas, historia em quadrinhos, criação de roteiro, grafiti e posteriormente o game “As aventuras de Zé Baldinho”. “Tal proposta instaurou uma micro ecologia cultural na intersecção entre educação meio ambiental, sustentabilidade e criatividade. A arte hoje ao transbordar seus limites se propõe a presentificação de modos de vida possíveis de se realizarem em colaboração com o público. É espaço-tempo vivenciado de uma maneira engajada, solidária e afetiva, pois participa da construção de imaginários coletivos que desejam transformar uma dada realidade imediata. “ José Luiz KInceler Integrantes do Projeto Geodésica Cultural Itinerante 2012/2013: José Luiz Kinceler, João Calligaris Neto, Paulo Renato Damé, Tatiane da Rosa, Antonia Wallig, Leonardo Lima da Silva, Bruna Maresch, Helton Patricio Matias, Paulo Villalva, Lucas Sielski Kinceler, Gustavo Tirelli , Camila Argenta, Pedro Frieberg , Paulo Damé, Raphael Duarte Alves Augusto, Adson Loth, Aires de Souza, Paula Tonon Bittencourt, Vitor Ribeiro, Rafael Neckel Machado
Revolução dos Baldinhos/ CEPAGRO Cintia Cruz, Ana Karolina da Conceição, Rose Helena Rodrigues, Julio Maestri (CEPAGRO), Marcos José de Abreu (CEPAGRO)
fb.com/geodesicaci instragram #coletivogeodesicaFORNO DA REVOLUÇÃOGeodésica Cultural Itinerante2013-06-19 | ...REINO DOS RATOSGeodésica Cultural Itinerante2013-06-19 | ...CORTEJOGeodésica Cultural Itinerante2013-06-19 | ...GEODÉSICA CULTURAL E A REVOLUÇÃO DOS BALDINHOSGeodésica Cultural Itinerante2013-06-19 | ...FORNO REVOLUÇÃOGeodésica Cultural Itinerante2013-02-26 | ...POLIFONIA PANORAMICAGeodésica Cultural Itinerante2012-10-04 | A “Panorâmica Mont Serrat” foi um evento artístico cultural realizado na comunidade do Monte Serrat em Florianópolis no dia 11 de Dezembro de 2011 e envolveu um grande agenciamento entre diferentes grupos 1. O evento teve como proposta artística promover a reinvenção do cotidiano por meio de vivências artísticas através da produção de descontinuidades, da simultaneidade de saberes, da solidariedade afetiva e, principalmente da criatividade compartilhada a ser vivenciada conjuntamente com a comunidade do Mont Serrat. Assim foi proposto “um intercâmbio cultural entre os saberes de ambos os contextos sendo realizadas oficinas de arte, apresentações musicais, apresentações de dança, projeções áudio visuais3, jogos, sorteio de passeio de balão, entre outras propostas”. Mesmo sem qualquer ajuda financeira para os diferentes grupos envolvidos no evento, ocorreu a sensi¬bilização com a proposta e atuaram de forma cooperativa e solidária em um dia que ficou marcado na história do Mont Serrat.
1 Produzida entre a Geo¬désica Cultural Itinerante, os mestrandos da disciplina Arte Relacional nos limites do Real, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) da UDESC, pelo Conselho Comunitário do Monte Serrat, pelo Centro Cultural Escrava Anastácia, Escola de Ensino Básico Lúcia do Livramento Mayvorme, Projeto de Extensão Laboratório Aberto de Animação e Vídeo-Arte (LAAVA- VIDEAR) e Oficina Experimental de Vídeo Arte.
2 Gentil Camilo Nascimento Filho, foi um músico tocador de um instrumento raro, ancetral do violino, o orocongo. Antigo residente da comu¬nidade do Mont Serrat, Seu Gentil do Orocongo. Uma Mostra de Vídeos foi realizada em sua homenagem “VI Mostra VIDEAR - Seu Gentil do Orocongo” reuniu um material inédito de vídeo e áudio que abordavam alguns dos momentos de convívio do Coletivo LAAVA com Seu Gentil. Já que durante dois anos, se teve a oportunidade única de vivenciar algumas de suas canções, tocando e aprendendo a construir o instrmumento monocórdio em extinção.